António Carneiro Jacinto
Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007
MAIS UMA HISTÓRIA INTERMINÁVEL

O velho e noutros tempos prestigiado jornal “Primeiro de Janeiro”, com sede no Porto – hoje em dia reduzido a vendas que não atingem os 3 mil exemplares – veio ganhar uns tostões ao Algarve, com a publicidade paga para a feitura de um suplemento dedicado à Região, que acabou por se reduzir a “Silves capital histórica do Algarve”.

Ocasião aproveitada por Isabel Soares para nos contar mais algumas “histórias intermináveis” sobre o seu mandato. Vale, portanto, a pena respigar algumas das mais interessantes”:

1.     “ A Feira do Folar, o conhecido Festival da Caldeirada e o famoso Festival dos Frutos Secos animam constantemente Silves e combatem a sazonalidade, atraindo um número incalculável de turistas”;

2.     “ Na famosa Feira Medieval toda a gente é transportada para o momento, para viver e sentir a época (…) e muito importante, todas as associações participantes auto-financiam-se com a Feira Medieval”;

3.     “Exposições, concertos, feiras e passeios com sabor a história alimentam o dia a dia de uma cidade alegre e culturalmente rica”;

4.     “Nas margens do Rio Arade, a prática de actividades como o remo e a canoagem são atractivos notórios de uma região que tem muito para dar”;

5.     “Na famosa Fábrica do Inglês deparam com um espaço convidativo, recheado de espectáculos de animação e entretenimento durante todo o ano”;

6.     “Muitas apostas, para as quais lutei a pulso e com preserverança, estão ganhas. (…) O Instituto Piaget é uma bandeira erguida pois a cidade precisa de atractividades que uma escola superior concede (…) queremos aumentar os cursos leccionados no Instituto. Investir num dos pontos fortes de Silves”;

7.     “Temos uma série de projectos em vista: um deles já está em curso e consiste na construção, por parte do reconhecido Grupo Oceânico, de dois campos de golfe e cerca de 1200 camas turísticas”.

 

O publicitário que escreve a entrevista não contem o entusiasmo e escreve a finalizar: “procurando sempre alcançar o auge em todos os projectos em que se envolve, Isabel Soares pretende ainda debruçar-se na plataforma logística em Tunes e no desenvolvimento de um centro de novas tecnologias (esta tem direitos de autor, como sabem os mais atentos ), benefícios para a cidade de Silves e para a sua população”.

 

Deixo os comentários, que só podem ser divertidos, para vocês, desta recente “história interminável” de Isabel Soares. Divirtam-se.



publicado por António Carneiro Jacinto às 00:08
link do post | comentar | favorito
|

67 comentários:
De Joaquim Santos a 8 de Agosto de 2007 às 00:59
Exº senhores

Como a tarde esta fresquinha deu para um passeio pela zona histórica desta cidade de Silves. A azáfama para mais uma feira medieval era enorme. Entranhei me pelo burgo ..

E logo apareceu na minha memoria um historia de um jovem chamado Siddhartha que toda vez que ia passear na cidade, o pai mandava limpar a cidade, enfeitar as casas e tirar os velhos e doentes das ruas. Seu quarto sempre reacendia aos mais delicados perfumes, as roupas eram feitas do melhor tecido de Kashi, ….
Um dia resolveu sair sem avisar ao pai, sem as pompas de costume, acompanhado somente com o seu fiel escudeiro, Channa, pelas ruas estreitas de Kapila. Então ele conheceu a cidade como realmente era, sem os enfeites e as festas. Estavam vestidos com roupas simples e ninguém os reconheceu. Então viram um homem andando com dificuldades, apoiado num bastão, cabelos brancos e ralos, a pele toda enrugada. Este homem estava sendo ultrajado por um mais jovem. Siddhartha ficou impressionado e perguntou ao fiel escudeiro:
- Que há com aquele homem?
- É um velho, senhor. - Respondeu o servo - Todos nós um dia também seremos assim, se vivermos muito. As pessoas idosas são descartadas do convívio social. Acham que elas não têm mais valor. Pode ser injusto, mas é desta forma que sempre aconteceu…

Porque será que esta história me faz lembrar os nossos políticos, esta cidade e até nós?

Com os melhores cumprimentos
Joaquim Santos


De alguem a 8 de Agosto de 2007 às 15:14
concordo com os n.º's 1, 2, 3 e 7, discordando dos restantes. Mas tenho que perguntr uma coisa: Qual a sua intenção com este post? Nunca deixa a sua opinião. É escrever por escrever? Criticar por criticar? Sem opiniao? sem conclusao? sem alternativa? Acha que se deviam acabar com todas as festas? e que tal tirar Silves do mapa?
Sinceramente cnsidero este post uma "brasa" para que os comentadores transformem em incendio. A frase: "Deixo os comentários, que só podem ser divertidos, para vocês, desta recente “história interminável” de Isabel Soares. Divirtam-se. " justifica a minha consideração.



De De alguém muito mais alguém a 8 de Agosto de 2007 às 19:30
Ora vamos por pontos porque, de facto, este post, exige uma resposta pontual às declarações proferidas pela Drª Isabel Soares que, de tanto mentir, já perdeu, totalmente, a noção da VERDADE e o que ela representa.
E tão mal vai este Concelho que já necessita de reportagens para ver se engana os Visitantes, porque os Munícipes, esses, felizmente, sabem o que a "casa" gasta.
Mas vamos aos factos e às alíneas...
Alínea A - AFeira do Folar que se realiza em São Marcos da Serra - e que este ano esteve quase para não se realizar - decorre no mês de Maio;
o Festival da Caldeirada - decorre em Armação de Pêra - durante o mês de Junho;
em idêntico período... Mas, adiante! Como se verifica, os três Festivais que decorreram no Concelho de Silves, passaram-se nos meses de Maio e Junho. É assim que se combate a sazonalidade? A Drª Isabel Soares pode tentar passar atestados de menoridade intelectual aos leitores de um Jornal, não aos seus Munícipes um pouco, basta um pouco, mais atentos...
Na alínea 2 - Fala da Feira Medieval .Uma Feira importada de Vila da Feira, Óbidos, Castro Marim, etc. Igual a todas as demais que decorrem por este Portugal fora, sem características próprias do Período Medieval de Silves e sem ao mesmo se referir. Acaso houve ou há por parte da Autarquia a preocupação de reviver o Período Anarco-Sindicalista? Pelo contrário! Não só daria muito trabalho, como não permitiria que fossemos rainhas... Pelo contrário, tinhamos de ser,verdadeiramente, nós... E o que ainda é mais grave é que importa vendedores ambulantes de todo o País, à custa do velho e depauperado comércio tradicional local ... E tem a ousadia de falar em Associações locais. Quais Associações? A única existente em Silves e que não participa em nada mas arrecada, por ano, aos cofres da Autarquia - que assim compra o seu silêncio - 15.000 € - é a Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico e Cultural de Silves... E faz mais, a Srª Presidente. Este ano, para que o pagode seja completo, diminui o parqueamento à entrada da cidade aos moradores da zona que, ao contrário dos comerciantes, não foram ouvidos sobre o assunto. Disto falo, infelizmente, com conhecimento de causa própria!!!!
Alínea 3 - O único concerto que teve lugar em Silves, decorreu na zona ribeirinha, junto à Fissul, no passado mês de Julho;
Alínea 5 - A Fábrica do Inglês tem, como único atractivo, também durante os meses de Verão, as Barbies e o espectáculo de Fernando Mendes "O Peso Certo" . Claro. Mais uma vez, a Srª Presidente tenta enganar quem quer ser enganadao, mente e ousa, descaradamente, falar de "contrariando a sazonalidade" - palavra cara ,no léxico de quem, parece, não a entender...
Alínea 6 - Instituto Piaget - o maior engano! A grande maioria dos Alunos não reside em Silves, limita-se a frequentar as aulas e a sair da cidade. E os que, em Silves residem, uma minoria muito significativa, vêem-se obrigados a sair da cidade, à procura de um pouco de tudo, porque não há atractivos em Silves. Mais grave ainda... Os alunos, ao iniciarem a sua vida académica, "assumem" com o Instituo, o compromisso de não se manifestarem fora do Campus Académico. Onde está a irreverência académica que é parte fundamental da vida das cidades universitárias? Onde está o espírito democrático? É este o espelho da realidade pela qual a Srª Presidente tanto lutou. DE FACTO, TUDO se coaduna.
Alínea 7 - Grupo Oceânico... aquele cujo capital é maioritariamente árabe . Que benefícios trouxe e traz ao Concelho? Couto privilegiado da família Pereira Caldas, na Vala, com o aval da Câmara Municipal de Silves que permite e, segundo as palavras da sua Presidente, fomenta a transformação de terrenos de regadio em campos de golfe, acelerando a desertificação de um Concelho que, por outro lado e tentando combatê-la, constrói, uma nova Barragem - a do Oudelouca - juntando-a à do Funcho e à do velho Arade. Num lado o Governo contrói, para no outro, a Câmara destruir.
Esta é a realidade do nosso Concelho.
Rico em História, de facto, mas não a história interminável que a sua Presidente tenta vender a quem não conhece o nosso dia a dia.
Desculpe, Sr Carneiro Jacinto, este longo comentário, mas não posso, nem devo, deixar passar mais "gato por lebre vendido" a um qualquer jornal e à nossa custa...


De olhe que se enganou a 8 de Agosto de 2007 às 20:11
Olhe que se enganou em alguns pontos...não
é o capital do Grupo Oceanico Developments maioritariamente árabe mas sim irlandês (e algo de inglês).... como o couto nunca foi da família Pereira Caldas mas sim do Pereira Coutinho...ambos "brasonados" mas muito distintos... Não confunda a Vala com a Quinta de Mata-Mouros...


De Cristina M. a 8 de Agosto de 2007 às 20:19
A menção que é feita à Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico e Cultural de Silves dá que pensar... Foi durante anos e anos o único organismo que regularmente apresentava actividades culturais em Silves, sempre em maior número que aqueles da responsabilidade da autarquia - o que também nunca foi difícil, mas logo que a Dr.a Isabel Soares chegou ao poder foi perdendo o gás...e resume-se hoje a um simples NADA... Pergunto-me: actualmente o porquê desses 15000 euros anuais??? E o porquê do fim das actividades dessa instituição? Será que o vereador Manuel Ramos saberá explicar? Este senhor é que lá esteve muitos anos e depois bateu com a porta para sair e criar uma outra associaçao da qual pudesse ser o Presidente...


De fernando boavida cabral a 9 de Agosto de 2007 às 18:30
Olhe que não é bem assim... Antes e depois do Dr. Manuel Ramos por lá passou muito boa gente que, por uma ou outra razão, acabou por "bater com a porta"
... Só alguns nomes a título de exemplo - José Luís Cabrita ( um dos fundadores ),Maria Fernanda Matos, Olímpio Gomes, Maria das Dores de Goes, Gabriela Martins, Joaquim Manuel Cabido Mota, Ana Maria Cunha ( outra fundadora ), Luís Lima, que não são nem nunca foram presidentes de nada e a nada de presidências aspiram ... pelo menos os que eu conheço!


De Cristina M. a 12 de Agosto de 2007 às 22:07
Senhor Fernando Boavida Cabral, conheço todas as pessoas que refere no seu comentário. Algumas delas até bastante bem. De todos os nomes que referiu concordo consigo quando diz que a nada aspiravam, e atesto as suas idoneidades, excepto num dos casos, que até vou guardar para mim! Todos conhecem bem as actividades e desempenhos nada desinteressados que teve essa personagem no campo político-cultural e em outros que não interessam "desenterrar". Não será portanto necessário comentar das suas aspirações e ambições. Se todos esses nomes que refere bateram com a porta e saíram e fez o mesmo o professor/vereador Manuel Ramos será um problema de má gestão da associação de defesa do património por parte da equipa directiva / Assembleia Geral?


De ndo boavida cabral a 15 de Agosto de 2007 às 22:47
Se conhece assim tão bem as diversas pessoas e se apenas uma lhe levanta questões que não quer ( e tem todo o direito em não querer desenterrar ) falar, então é porque o mal não estará nessas pessoas referidas, não é verdade?
Quanto ao resto, tire as conclusões que acha que deve tirar e talvez não esteja muito longe da verdade.
É que, cara amiga, há diversas e muito subtis formas de "manipular" o poder.
E fico-me por aqui para também não "acordar fantasmas"


De Cristina M. a 16 de Agosto de 2007 às 19:45
Fernando, vou confessar-lhe algo: sou bastante curiosa! E os restantes leitores destes blogues sobre a cidade também o serão ou não viriam cá inteirar-se destes e de outros assuntos. Por isso, se conhece fantasmas, por favor acorde-os... Todos lhe agradecem. Silves já está há tempo suficiente num marasmo em que o que agora importa é agitar...sacudir...e exorcizar todos esses fantasmas para que nos deixem de uma vez por todas!


De De alguém muito mais alguém a 8 de Agosto de 2007 às 20:46
Tem toda a razão quanto à família Pereira Coutinho. Referia-me, de facto, aos Pereira Coutinho que estão, como sabe, directamente, ligados aos Pereira Caldas. Daí o meu "lapsus linguae" ... A "brasonidade" é a mesma ( ou será que é necessário descrever a árvore geneológica da mesma? )
Quanto ao capital do Grupo Oceânico aceito a sua informação e fico.lhe muito grato, mas acredite que, por mais duma vez, me referiram que este era, maioritariamente, árabe.
Viver para aprender é o meu lema... Não sou como alguns/algumas.


De olhe que se enganou a 15 de Agosto de 2007 às 16:00
Como poderia descrever a árvore genealógica da mesma se não há absolutamente nenhuma ligação entre as famílias Pereira Caldas e Pereira Coutinho? Achas que porque são ambas Pereira já existe necessariamente um entroncamento? Eu percebo a sua confusão. É comum existir para muita gente e deve-se ao facto da Quinta de Mata-Mouros ter pertencido a um Pereira Caldas, Conde de Silves, e ter sido depois adquirida pelo pai da ex-mulher de D. Diogo Pereira Coutinho.


De de alguém muito mais alguém a 15 de Agosto de 2007 às 22:51
Nada disso, meu amigo(a).
Não faça confusões nem fale do que não sabe. E deixe Mata-Mouros de fora porque não tem absolutamente nada a ver com essa história. E não há necessidade de ir buscar o pai da mulher de .Fique-se pelo marido que talvez fique melhor...pel omenos é parte mais interessada nesta história. NESTA


De olhe que se enganou a 16 de Agosto de 2007 às 16:37
Eu não estou a fazer quaisquer confusões e estou a falar do que sei e muito bem. Limitei-me apenas a corrigir um erro seu pelo que deveria agradecer-me. Sei-o de tal forma que conheço bastante bem tanto os Pereira Caldas como os Pereira Coutinho...e não das revistas cor-de-rosa como será o seu caso, portanto por favor não levante confusões para confundir as pessoas. E se fiz referência a Mata-Mouros foi para explicar a única relação que existe entre essas duas famílias - e que se prende com a aquisição da quinta há dezenas de anos atrás. Frequento a casa dos meus amigos Pereira Caldas, tal como frequentam a minha, pelo que não posso deixar que alguém de uma forma anónima queira lançar suspeitas de uma forma gratuita sobre pessoas sérias que apesar de viverem no Algarve, em nada se relacionam com Silves.


De de alguém muito mais alguém a 16 de Agosto de 2007 às 20:29
Conhece os Pereira Caldas? Também eu, meu amigo, e acredite que nunca estive a falar de cor, nem foi nem é minha pretensão levantar quaisquer suspeitas a esta família que, pelo casamento, se vê, por exemplo, relacionada com os Bívar de Faro e os Reis Moreira de Monchique...
Quer que continue ou prefere, como lhe disse, logo no primeiro comentário que faça a árvore geneológica da família Pereira Caldas que, sobretudo, pelos Bívar se encontra relacionada com a minha própria família. E fico-me por aqui para que não haja mais comentários e/ou confusões.


De olhe que se enganou a 16 de Agosto de 2007 às 21:38
Meu caro amigo, estou eu e todos os outros nas tintas para a fina ascendência dos Pereira Caldas...o meu primeiro reparo ao seu comentário fi-lo porque afirmava ligações entre Pereira Caldas e Pereira Coutinho. Entre estes não existe parentesco, ao contrário do que afirmou. E continua a contestar o que digo sem relacionar as duas famílias mas apenas a relacionar uma com outras que não são de Silves. Com o devido respeito a António Carneiro Jacinto, que muito prezo, este não é um forúm de genealogia pelo que lhe sugiro deixe os seus comentários sobre a sua ilustre ascendência no Genea do Sapo...e use as ditas revistas para desenhar as árvores relacionadas!


De ARGEMIRO DINIZ a 31 de Março de 2008 às 01:42
Gostaria de paraticipar do Blog, sou p
brasileiro de origem Portuguesa
Meu objetivo é fazer amigos e saber dos meus ancestrais


De de alguém muito mais alguém a 16 de Agosto de 2007 às 20:33
Quanto à catalogação das revistas, olhe que apesar de daltónico, nunca gostei do cor de rosa .Prefiro o encarnado, o verde ou o azul e branco....


De Joaquim Santos a 17 de Agosto de 2007 às 00:49
Caros senhores de alguém muito mais alguém e afins
Gostava que me informassem o que é que a arvore genealógica de certas famílias contribui para o enriquecimento desta cidade?
Por isso é que já dei entender as pessoas estão mais interessadas no passado, apesar deste nos ensinar a não repetir certas asneiras, do que verem o presente e o futuro.
Pessoalmente estou nas tintas se o grupo oceânico e do Pai Natal ou do Afonso Henriques, quero e que ele traga emprego desenvolvimento sustentado e de qualidade.
Agora entendo porque é que as cidades sem história e sem problemas genealógicos são desenvolvidas e Silves não sai do mesmo buraco.
Pelos vistos ainda há muitos “velhos do Restelo”
Com os melhores cumprimentos
Joaquim Santos


De De alguém muito mais alguém a 18 de Agosto de 2007 às 01:51
E os "Velhos do Restelo" perderam-se numa manhã de nevoeiro, quando em Alcácer-Quibir, acompanharam D. Sebastião. Esfumaram-se. Como eu...
Mas, acreditem que me deu muito gozo espalhar a confusão nas hostes. Que querem? Estavamos em plena Feira Medieval e até eu me perdi nos meandros deturpados desta história interminável
E, como cheguei, parto com uma gargalhada demoníaca, enrolado numa Revista cor-de-rosa.AH!AH!AH!
Desculpe, Sr. Carneiro Jacinto. O Sr. não tem culpa de tanta asneirada, mas esta é parte integrante da História Interminável de Silves. Prometo-lhe que, de futuro, terei muito mais juízo. Até ver!!!!!! AH!AH!AH!AH!


De De alguém muito mais alguém a 8 de Agosto de 2007 às 19:39
Quando ,na alínea 6, afirmo que os Alunos do Instituto Piaget não se podem manifestar fora do Campus Académico, refiro-me a reinvindicar ou contestar qualquer decisão assumida pelo referido Instituto. Deixo esta explicação extra para que não haja qualquer confusão com o que pretendia dizer no meu anterior comentário.


De mariavaicomasoutras a 9 de Agosto de 2007 às 11:05
De todas estas festarolas ,faltou á Senhora Rainha do Reino da Antiga Xelb referir os bailes do enxerim e dos bombeiros, esses sim imagem de marca cultural, deste concelho, não pecam pela sazonalidade. todos os anos na data marcada abrem as suas portas,mas que ricas são as imperiais e bifanas, Cultura??? cultura é isto, o povo sempre se reuniu para bailar depois de um dia de labuta, agora reune-se depois de uma semana de trabalho para o bailarico.

Já agora, que é feito do festival da cerveja , mudou-se definitivamente para o castelo de são jorge, nós silvenses somos os melhores, no ano em que o nosso festival deixa de se realizar no castelo, a capital LISBOA, inicia o seu I Festival da Cerveja, no Castelo de São Jorge.

bom dia e saudinha da boa.


De Joao a 10 de Agosto de 2007 às 14:59
Brevemente a nossa Drª irá dizer porque deixou de apoiar o Festival da Cerveja. - aguardem.
Não nos podemos esquecer que era a maior fonte de receita do Silves Futebol Clube.
Grande instituição, de grande mérito.
Será que ao não apoiar mais o Festival a Drª irá ofereçer um campo sintético ao S.F.C., ( atirando areia para os olhos dos Silvenses e nem só?).
Ou será que o seu nº 2 irá levar para Armação o tal sintético?
Não é que Armação não mereça mas o S.F.C. está a ser igorado pela Drª enquanto que o professor não se esquece de apoiar e criar . . . para Armação.
Será que a Drª sabe o numero de jovens dos 5 aos 18 anos que praticam desporto no Silves F. C.? - de certo que não.
Não esquecer que jovens de todo o concelho vêem praticar desporto neste clube.
Sabem quantos campos sinteticos existem no concelho de Albufeira?
E por sinal em todas as freguesias?
É a diferença da politica de apoio aos clubes e ao desporto, e a médio \ longo prazo os resultados destas apostas surgem.
Será que ela vai dizer " sabem temos muitas instituições . . . não podemos apoiar todas . . . 1º tenho que apoiar as de cor laranja . . . depois as outras . . . enfim.
Eu aposto que no máximo dentro de 1 \ 2 anos , no recinto da Fatacil irá surgir um novo Festival da Cerveja, ai todos irão dizer que foi pena . . . que foge tudo o que é bom de Silves, sempre a mesma lenga lenga.
Aposta-se uma caneca fresquinha?


De Anónimo a 10 de Agosto de 2007 às 15:03
felizmente esse jornal tem tantos e tão inteligentes leitores como a voz de silves


De Anónimo a 10 de Agosto de 2007 às 15:26
Jornal ? Que jornal?


De alguem a 10 de Agosto de 2007 às 17:13
Sr. Carneiro Jacinto, já visitou algum ano a Feira Medieval? Ontem estava a "abarrotar" era dia de semana, no fim-de-semana ainda deve estar melhor!
Dê o braço a torcer e venha conhecer Silves, nunca o vi por cá.

P.S. ja que voce nao publica: "Nos sete dias em que tem lugar a Feira Medieval de Silves, os visitantes podem reviver o dia-a-dia destes povos, num cenário único onde o legado de quem por aqui passou é visível no património existente.

Mais do que uma simples interpretação da história escrita, é acima de tudo o entendimento e entrosamento dessa história no contexto único de mistura de gentes, raças, credos, religiões, hábitos e cultura, períodos da guerra e fome e períodos de paz e de ostentação e riqueza.

Num ambiente próprio, a cidade de Silves convida-o a recuar no tempo em que os mercados aconteciam diariamente nas ruas, as leis eram apregoadas, os vilões açoitados publicamente e os mendigos recebiam a misericórdia, misturados com malabaristas, contadores de histórias e outras artes exóticas.

Os artigos expostos para venda terão a marca de outros tempos, e o cheiro das especiarias do oriente confundir-se-á com o apelo dos sabores de uma gastronomia influenciada por hábitos cristãos, muçulmanos e judaicos.

À semelhança de outros tempos também haverá mercadorias importadas, das terras longínquas, sedas, louças decoradas, pratas, pedras raras e objectos a fim.

Diariamente, podem ver torneios medievais a cavalo; a abertura do mercado e leitura do edital; jogos populares de destreza e perícia; mostra de armas; comeres e beberes nas tavernas do mercado; cortejo histórico pelas ruas da cidade e venda de escravos e relíquias, entre muitas outras actividades.

A Câmara Municipal de Silves, ao organizar este evento, convida-o a trajar-se com a roupa da época e tornar-se um personagem da história." Observatório do Algarve




De Romeiro a 10 de Agosto de 2007 às 17:34
Quem és tu?
NINGUÉM.
Romeiro


De Alguem a 11 de Agosto de 2007 às 11:33
sou um Alguem que gosta de ver a cidade alegre e movimentada, sem esquecer a sua situação financeira.
O Problema de SILVES (financeiramente) está nos jobs for the boys, no tráfico de influencias e no betumizar do municipio. Talvez também nos 50% de funcionários amordaçados, porque querem trabalhar e não os deixam.
Agora, acabem com as festas (cultura) e a seguir enforquem os silvenses, pois ja lhes tiraram tudo.


De de um que o deixam trabalhar a 12 de Agosto de 2007 às 21:55
Essa dos 50% dos funcionários a quem não deixam trabalhar, está muito boa!... Essa percentagem está mal calculada... Há 10% que TRABALHAM e os outros andam a fazer que... ou seja, andam a distribuir sorrisos e a passear de secção em secção exibindo o seu charme de funcionários da autarquia que, como os próprios se consideram, são seres superiores e de muita sabedoria.
Quem quer trabalhar, trabalha, claro que há os que estão na "prateleira", mas esses é outra história ..."interminável... e não serão 50%...


De Joao a 10 de Agosto de 2007 às 18:01
Silves vive 365 dias por ano em Feira Medieval.
Será que o aleluia já trabalhava para silves na época medieval???


De Observador a 10 de Agosto de 2007 às 19:26
"À semelhança de outros tempos também haverá mercadorias importadas, das terras longínquas, sedas, louças decoradas, pratas, pedras raras e objectos a fim."

Curiosamente, não há objectos dourados, vindos das longínquas terras.
Em ouro somos nós os maiores, até temos VIGAS e ................muitas coisas mais.


De abrir os olhos a 14 de Agosto de 2007 às 22:51
Gostaria de perguntar a ALGUÉM por onde tem andado - por Silves não é certamente, porque o Sr. Carneiro Jacinto é visto frequentemente pela terra das suas origens, onde passa muito do seu tempo a viver a cidade. E relativamente à festa medieval, foi por lá visto pelo menos em duas noites diferentes, tal como em anos anteriores.

Já agora, não posso deixar de comentar as citações que o Sr. Carneiro Jacinto nos disponibilizou da entrevista de Isabel Soares no Primeiro de Janeiro. Penso que só ela consegue ver toda essa vivacidade e oferta da cidade de Silves a que se refere! É quase cómico! Numa cidade que passa 360 dias por ano a dormir ou quase... com pena de quem dela quer desfrutar ... isto para acrescentar ao meu comentário inicial sobre as festas.

Silves precisa de mudança, de alma nova e sangue novo - Sr. Carneiro Jacinto, esperamos por si.


De alguem a 16 de Agosto de 2007 às 13:48
tenho andado.............................por Silves! E quando digo que não vejo em Silves, é não o vejo a fazer algo! E se é para passear a cidade, já temos cá uma que não faz nada.
Quanto à Feira o que veio cá fazer? Gostou? Acabava com ela? e veio 2 vezes? Hummmmmmm, na segunda já tinha engolido o sapo................


De Anónimo ao Quadrado a 16 de Agosto de 2007 às 20:37
Sapo não.... a Rã!!!!!!!


De Observador a 10 de Agosto de 2007 às 17:27
Fala-se, diz-se, escreve-se, decorrem inquéritos, cujas conclusões nunca mais são do conhecimento do público e a posição da ainda senhora presidente parece cada vez, virtualmente, mais sólida.

Não existe uma atitude séria e credível por parte da oposição que, limitando-se à contemplação do que vem sucedendo, vai dando campo de manobra a Isabel Soares, que mais não faz do que gerir a situação muito a seu gosto e solidificar posições.

Tem tudo na mão.

Se tem algumas culpas, ninguém com autoridade ainda as apontou e ela continua impávida, talvez não muito serena, mas a viver à sombra da passividade da oposição.

O snr Carneiro Jacinto apresenta-se como Independente. É um acto corajoso da sua parte.Estou certo de que pode contar com o apoio de muita gente. Escreve umas coisas interessantes para ver o que meia dúzia de pessoas com acesso à internet lhe dizem, mas isso não chega.

Em Felgueiras, por exemplo, ouve tempo para ir e vir do Brasil, concorrer a novas eleições, ganhá-las, ser de novo presidente e só agora é que vem a clarificação e respectivas acusações.

Falo nisto porque em Silves, espero que sem a gravidade de Felgueiras, existem situações que deviam ser clarificadas quanto antes, de forma a saber-se da inocência ou não inocência de Isabel Soares em toda a Caldeirada que cozinhou e de cuja receita guarda segredo.

Quando é que a Oposição, se existe, acorda e une esforços no sentido de que a necessária clarificação seja exigida?
.
Não foi a Oposição que fez cair o Executivo em Lisboa?

Não percebem que a passividade conduz a virmos a ter mais do mesmo?

Não tenham dúvidas de que Isabel Soares vai conseguir o próximo mandato, se não alterarem estratégias.

Não existe maior cego do que aquele que não quer ver.

Snr Carneiro Jacinto, como candidato, veja se encontra uma estratégia mobilizadora junto do povo e dos partidos, com vista a uma vitória, caso contrário, Isabel Soares continuará a reinar.






De fernando santos a 10 de Agosto de 2007 às 23:28
Lá vêm as vozes agoirentas para ver se desmoralizam os adversários da rainha de paus


De paula s........ a 11 de Agosto de 2007 às 11:41
Observador , o sr. CJ já respondeu a isso no post anterior, ele quer o declinio total. Eu já lhe coloquei essa questao mil vesez ele evade-se!

p.s. um candidato assumido é OPOSIÇÃO! pergunte-lhe a quantas reuniões de camara e de assembleia ele ja foi!


De fernando santos a 13 de Agosto de 2007 às 18:39
E a "menina", afinal, o que é?
Porque ora diz que sim; ora diz que não; ora diz pois; caramba, "amiga" tanta indefinição...


Comentar post

mais sobre mim
pesquisar
 
Setembro 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


posts recentes

NOVO BLOGUE

COMPROMISSO DE HONRA

SOBRE AS FEIRAS MEDIEVAIS...

MAIS UMA HISTÓRIA INTERMI...

TRÊS REFLEXÕES EM TEMPO D...

SÃO MARCOS DA SERRA - UM ...

UMA ENORME TRISTEZA ...II

UMA ENORME TRISTEZA ...

DE COMO SE "PERDEM" MILHÕ...

O QUE É PRECISO PARA GANH...

arquivos

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

links
VISITANTES
Relógio
Fazer olhinhos
blogs SAPO