António Carneiro Jacinto
Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006
...

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DE ANTÓNIO CARNEIRO JACINTO

 

HOTEL COLINA DOS MOUROS, SILVES  4 DE DEZEMBRO DE 2006

 

 

 

DECLARAÇÃO

 

 

 

Em 21 de Julho deste ano tornei pública a minha vontade em candidatar-me à presidência da Câmara Municipal de Silves. Hoje, perante todos vós não só reafirmo essa minha disposição como declaro que, haja o que houver, ela se irá concretizar.

Este sublinhado é importante porque, aqui e ali, surgem vozes, insinuando que tal como há cinco anos, quando chegar o momento da verdade “ele vai-se embora”, cito.

Foi uma decisão solitária, como quase todas as que tomei ao longo da minha vida. A minha mulher e a minha filha apoiaram-me e foi tudo.

Candidato-me por três razões fundamentais:

1. A minha vida pessoal e profissional, passados cerca de doze anos no Ministério dos Negócios Estrangeiros, quer em funções no estrangeiro quer em Lisboa, enquanto porta voz do MNE, está estabilizada e permite-me dispor do meu tempo, para me dedicar a cem por cento, ao trabalho árduo que será dar ao concelho de Silves a dignidade e o desenvolvimento de que tanto carece e merece. Tirá-lo, numa palavra, do buraco em que se encontra graças a uma gestão, no mínimo lamentável, nos dois últimos mandatos;

2. A minha candidatura corresponde, ainda, a um desejo manifestado, mais do que uma vez, pelo meu falecido pai, filho desta terra, a quem devo tudo aquilo que sou hoje. Sendo trineto, bisneto, neto, filho, sobrinho e primo de uma enorme família de Silvenses, era para mim fundamental poder contar com o apoio de todos aqueles que ainda estão vivos. A minha tia Gabriela Martins, aqui a meu lado, que simboliza, de forma feliz, esse apoio, ao recordar o papel fantástico que seu marido, e meu queridíssimo tio, José Júlio Martins, desempenhou neste concelho depois do 25 de Abril. Recordo ainda, nesta altura, o meu bisavô, Henrique Martins, que não tendo nascido em Silves, fez pela cidade mais do que muitos Silvenses de nascimento. Conseguiu que aqui fosse criada a Escola Técnica (mais tarde Industrial e Comercial) que tanta projecção e desenvolvimento trouxe à cidade;

3. Naturalmente que o faço também porque a actual situação o exige. É um dever de cidadania darmos o que de melhor temos à sociedade, quando a situação o exige. O que se passa hoje em dia com a gestão camarária do concelho de Silves é uma vergonha para todos os munícipes e para o poder local naquilo que ele tem de mais genuíno. É, infelizmente, um bom exemplo daquilo que não deve ser a politica.

 São, aliás, situações como esta que levam os cidadãos a não acreditar nos políticos e a, na maior parte das vezes injustamente, afirmar que se tratam de “um bando de corruptos que se servem do poleiro para enriquecer à custa dos impostos dos cidadãos”. Pior: confrontados com aquilo que vão lendo, ouvindo e vendo através de vós, deixam de acreditar naqueles que os representam, desinteressam-se da coisa pública, não acreditam que a justiça venha a repor a legalidade, alheiam-se.

 

É por tudo isto e contra este estado de coisas que me candidato. Podia perfeitamente ficar indiferente, alhear-me e dizer que não tenho nada a ver com o que se passa e … eles que resolvam.

 

Em coerência com estes princípios a minha campanha far-se-á sob o lema “Não preciso de me servir de Silves; Silves pode servir-se de mim”.

 

  Não preciso, aliás, de ser eleito para me tornar conhecido, não será isso que me dará notoriedade. Passei por três Governos de diversas cores politicas ( PS/PSD,PSD/CDS e PS), pela Presidência da República, fui fundador da SIC e  da TSF. Falta sujeitar-me ao voto popular e, sendo eleito, mostrar do que sou capaz. Será o maior desafio da minha vida e isso traz-me uma motivação acrescida

 

Sou jornalista de profissão, com muito orgulho, e assim serei até ao final dos meus dias. Sei, portanto, que muito naturalmente me querem ouvir falar e comentar o que ultimamente tem trazido o concelho de Silves para as páginas dos jornais

 

Quero começar por felicitá-los por terem rompido o silêncio, informando os vossos leitores do que se tem estado a passar. Tenho hoje a convicção de que se não fossem vocês ainda hoje se continuaria a murmurar, no diz-se, diz-se e a maioria camarária continuaria a assobiar para o ar como se nada se passasse.

Chamo-vos, aliás, a atenção que os factos agora em análise remontam a 2003 e a primeira notícia sobre o assunto veio à estampa em meados de Julho de 2006

.

Disse na altura, que, aquilo que, impropriamente, se tem apelidado de caso Viga D`Ouro configurava, na minha opinião um “assunto de policia”. Na passada quarta feira, a visita de cinco agentes da Policia Judiciária a diversas instalações da Câmara Municipal de Silves, veio dar-me razão.

Mas não sejamos ingénuos: não há um caso Viga D `ouro. O problema está em que o concurso público para adjudicação de obras tem sido uma excepção, em vez de ser uma regra. A prática normal é a adjudicação directa, sob a forma de prestação de serviços. Já depois de ter vindo a público o caso de que se tem falado, há empreiteiros que continuam a prestar serviços à Câmara mediante a prática de pagamentos fraccionados inferiores a cinco mil euros.

 

As investigações, a que a Policia Judiciária e o Ministério Público estão a proceder, tornarão toda esta situação clara. Mal andaríamos se não acreditássemos na justiça e naturalmente que a Inspecção-geral da Administração do Território também se irá pronunciar.

 

 Por isso, vos peço, que perdoem à Dr.ª Isabel Soares por estar calada ou falar para não dizer nada. A partir do momento em que o advogado e ex-vice presidente da Câmara, Dr. José Paulo Sousa veio dizer publicamente que a responsabilidade pelos “arranjos” cabia, como é óbvio, à Presidente, esta recorreu aos serviços de um dos maiores escritórios de advogados de Portugal que passou a assessorá-la em todo o processo. Na última Assembleia Municipal onde o assunto foi discutido lá estavam os advogados para lhe dar orientações. Bem precisa!!!

 

Depois de ter falado em “mais de um milhão de euros”, passou para cinco e hoje  digo-vos eu são quase oito. Em anexo a esta declaração podem encontrar a explicação para o que acabo de referir.

Em suma, Isabel Soares perdeu a oportunidade de assumir as suas responsabilidades politicas, não esteve à altura das funções que desempenha e agora é tarde. A justiça falará por ela.

 

Entretanto e enquanto a justiça não apura a verdade e pune os responsáveis…folgam as costas:

Não há dinheiro para pagar a empreiteiros, sub empreiteiros, fornecedores, pois então aumentem-se os impostos municipais até ao máximo permitido por lei. Faça-se pagar, indiscriminadamente, a ricos e pobres, jovens ou reformados, mais pelo preço da água, pelas taxas autárquicas, licenças, por tudo.

 

Deixa-se o comércio do concelho a agoniar, com percas que chegam a atingir os 40 e 50%, resultado de uma requalificação mal pensada, mal executada, para a qual os mais interessados, comerciantes, restauradores, profissionais de transporte, cidadãos em geral, não foram tidos nem achados.

O Polis, o já célebre e ridicularizado Polis, tudo justifica: os buracos nas ruas, os parques de estacionamento onde são utilizadas técnicas pioneiras para tudo ter depois que ser refeito, as intervenções abusivas, os verdadeiros crimes contra aquilo que é o principal cartão de visita desta lindíssima cidade: o seu acervo histórico-arqueológico.

Só há uma coisa que não para: o imobiliário. Construção é coisa que não falta. Se o prédio está em ruínas melhor; se não está espere-se por melhores dias, para que no seu lugar surja uma nova arquitectura que nada tem a ver com esta terra. E, por hoje, nem vos vou falar da “pérola” de Isabel Soares: Armação de Pêra.

É esta, em traços largos, a actual situação do concelho de Silves.

 

Ao anunciar a minha candidatura o que posso prometer?

 

-Uma prática política antagónica da actual;

-Um combate sem tréguas a todas as formas de clientelismo;

-Uma politica para as pessoas, com as pessoas, de proximidade com as populações;

-Um combate sem tréguas a todas as formas de corrupção passiva e activa;

-Tudo fazer para atrair investimento que crie emprego;

-Uma verdadeira política cultural;

-Uma defesa intransigente da qualidade ambiental;

-O fim da política de betão sem regras;

-E, por último, uma verdadeira política de segurança activa.

 

Termino, com uma história do Correio da Manhã, onde se fala desta terra, como “a vila de Silves”. Pois, a resposta da Câmara esqueceu este pequeno detalhe.

Ao que chegámos!!! 

 



publicado por António Carneiro Jacinto às 22:18
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10 comentários:
De Fernando de Sousa a 8 de Dezembro de 2006 às 16:52
Li com toda a tenção este seu Comunicado na íntegra e agardeço-lhe, como Silvense dos quatro costados, a sua coragem em candidatar-se a um lugar que hoje ninguém ambiciona, tal é o estado a que esta Câmara chegou.
A corrupção, a prepotência, a sujidade, a apatia, a incomunicabilidade, o desmazelo, o desgosto de viver em Silves são os motivos que Silves, hoje tem para oferecer.
Triste cartão de visitas para quem chega ou para quem nos visita.
E falam de "Silves Uma História Interminável". Será esta a maldição do bispo?
Que este pesadelo termine é o que todos os Silvenes de bom senso desejam.


De CITADOR a 8 de Dezembro de 2006 às 17:31
IRREGULARIDADES NA CÂMARA MUNICIPAL DE SILVES


OS MILHÕES DE SUSPEITAS

E O PODER CLIENTELAR


É um irritante lugar comum dizer que a tragédia e a comédia andam na História de braço dado, mas a verdade é que o rebuliço gerado desde a suspensão de um funcionário da Câmara Municipal de Silves pela Presidente Isabel Soares, em Julho passado, por alegadas irregularidades cometidas em obras na área de actuação desse funcionário é um exuberante exemplo.
Espantar-se-á muita gente que eu tenha algo a dizer a propósito do caso que, ultimamente faz recair sobre o Concelho de Silves uma curiosidade inusitada, infelizmente pelas piores razões menos desejáveis. Mas devo de começar por esclarecer que, nada me motiva a pronunciar-me sobre o caso que agora é propalado pela imprensa regional e nacional, bem pelo contrário. Quanto a mim, mais importante que tentar apurar a verdade – que a nenhum Silvense escapa -, é a necessidade de fazer um juízo político sobre uma situação que, por ser comum à maioria dos concelhos portugueses, representa a evolução negativa, em curso há muitos anos, das condições do exercício do poder local. A relação crescentemente clientelar estabelecida desde 1997, entre o sistema de poder construído na autarquia silvense e um conjunto cada vez mais largo de forças vivas, e não só, colocadas na sua dependência, acabou por perverter os mecanismos normais da representação democrática e assegurar a Isabel Soares uma espécie de blindagem contra qualquer alteração eleitoral. Criou ainda um caldo de cultura em que foram crescendo os sentimentos de impunidade , e até de prepotência, onde predomina, nos actos da administração, uma opacidade propícia ás suspeitas do tipo daquelas que estão hoje em causa e que no mínimo deveriam merecer grande atenção por parte do novo PGR e especialmente, por parte do «Padrinho» Presidente da República, após o que disse sobre a matéria , no dia 5 de Outubro.


Mas como ia dizendo, o caminho para chegar aí foi associável a uma prática política em que a venalidade dos processos, que facilmente deparou com condescendência e com cedências calculistas, degenerou e resvalou para processos com configuração de corrupção política, em que as diversas forças e outros se deixaram comprometer. Foi o primeiro passo a partir do qual foi muito difícil encontrar vontades, para propor, quanto mais conseguir, a inversão da marcha. O processo foi progressivo, até mesmo «suave», em direcção a um falso unanimismo feito de silêncios e de isolamento das resistências. Saliente-se que este risco, em que incorre o poder local silvense por se ter instalado um clima político de demasiada facilidade, não é alheio ao caso hoje muito badalado e a outros casos.
Silves é um concelho que até conheceu alternância autárquica. Nunca ninguém havia conseguido três mandatos seguidos e essa não é habitualmente uma situação de efeitos perversos. De resto, desde que o PIS ( Partido de Isabel Soares) venceu à justa as primeiras eleições, há 9 anos, as forças à sua esquerda conferiram-lhe sempre margem de manobra para se consolidar e se transformar repetidamente em vencedora. A circunstância, comum aliás a muitas situações similares, de ser no interior do partido do poder que se exerce a maior parte das ambições locais funcionou também aqui como factor de crescimento, «despolitização» e «despartidarização» do PSD local.
Quando a actual titular do cargo de Presidente alcançou a primeira vitória em 1997 iniciou a fase da passagem à maioria absoluta secundarizando progressivamente o papel do seu próprio partido o que acabou por significar a busca deliberada de um clima de unanimidade em torno da sua figura e do seu poder.

Entre a Oposição e o Poder dominante, de Isabel Soares, parece que se desenvolveu de resto um sintomático processo de osmose, com apoios a um poder cada vez mais forte e uma ideia de que as fronteiras partidárias se apagavam em face de uma nova maneira de liderar o concelho. Estava cumprido um ciclo, que não é caso único nas autarquias mas que raramente acaba bem. A partir desse ponto começaram os estragos conhecidos: um menosprezo aberto pelas oposições, a exasperação progressiva dos excluídos, os conflitos despidos de ideias alternativas e


De CITADOR a 9 de Dezembro de 2006 às 19:28
Os visitantes deste blogue certamente repararam que o texto "Irregularidades na CMS" foi interrompido; pelo facto, do qual fui completamente alheio, peço as mais cordiais desculpas e hoje reponho essa falta.

Entre a Oposição e o Poder dominante, de Isabel Soares, parece que se desenvolveu de resto um sintomático processo de osmose, com apoios a um poder cada vez mais forte e uma ideia de que as fronteiras partidárias se apagavam em face de uma nova maneira de liderar o concelho. Estava cumprido um ciclo, que não é caso único nas autarquias mas que raramente acaba bem. A partir desse ponto começaram os estragos conhecidos: um menosprezo aberto pelas oposições, a exasperação progressiva dos excluídos, os conflitos despidos de ideias alternativas e as acusações sistemáticas de abusos de poder e de suspeitas de corrupção. O paroxismo de há muito insustentável deste conflito difícil de imaginar, no actual figurino, um recuo para uma situação de normal convivência democrática.
Mas as situações aparentemente sem saída são por vezes as que nos obrigam ao encontro dos sinais de esperança.


De Anónimo a 10 de Dezembro de 2006 às 19:36
Não gosto nada de me apresentar como anónimo mas infelizmente não posso revelar a minha identidade porque não posso correr o risco de vir a sofrer represálias
Mas recebi da Directora do Terra Ruiva - Drª Paula Bravo - este e-mail que aqui transmito ao senhor, porque não encontro outra maneira de o fazer, agradecendo-lhe desde já em nome do jornal Terra Ruiva, pela sua directora e pelos leitores do jornal

"agora antes que me esqueça, arranjam-me alguma foto da conferencia de imprensa? procurei na net mas as que encontrei do Carneiro Jacinto nao estao muito boas, de qualquer forma, penso que uma da conferencia seria melhor
ah, da próxima vez ele que nos convide. eu de qualquer maneira nao poderia ter ido, àquela hora só se faltasse, mas gostamos sempre de ver que nao fomos esquecidos, ele que inclua o meu mail na lista de imprensa... por favor, também se diz - paula bravo"


De ANTÓNIO CARNEIRO JACINTO a 10 de Dezembro de 2006 às 23:09
Caro anónimo, agradeço ter-me feito chegar este
e-mail da drª Paula Bravo.
Confirmei nos meus arquivos ter enviado para o fax
282338835 o convite para a conferência de imprensa de 4 de Dezembro. Era só o que faltava que não o fizesse sendo o Terra Ruiva o único espaço de opinião livre e plural que existe no Concelho. Fui informado por uma amiga comum que a drº Paula Bravo não poderia estar presente, o que muito me entristeceu, pois leio-a mensalmente com toda a atenção e interesse.
Muito agradeço ao cidadão anónimo que dê este esclarecimento à drª Paula Bravo. Quanto ás fotos a situação é mais difícil:sugiro que peçam ao Idálio Revez do Público ou ao Helder Nunes do Barlavento.
Melhores cumprimentos para o anónimo e para a drª Paula Bravo do
ANTÓNIO CARNEIRO JACINTO


De J.J.J. a 24 de Dezembro de 2006 às 04:19
Exmo Senhor Carneiro Jacinto,
Li com interesse e atenção a sua declaração de candidatura e reconheço que os principios enunciados sendo na sua generalidade meritórios, consituem lugares comuns em candidaturas democraticas, o que não constituindo um defeito, não constitui habitualmente uma garantia suficiente.
Sem ter a pretensão de dar-lhe conselhos, sugiro-lhe que:
1-Construa a sua alternativa com base em principios e não em oportunidades;
2-Posicione-se como cidadão, respeitando os outros cidadãos e a sua inteligência;
3-Estimule a participao da sociedade civil na gestão dos seus interesses reais, independentemente dos votos que tal estimulo poderá vir a gerar.
4-Não faça de Silves o essencial da sua intervenção enquanto candidato a responsável autarquico.O concelho é grande e coexistem interesses especificos muito diversos os quais, habitualmente, são acautelados na propaganda e desprezados na acção politica concreta.
5-Resista a invocar nas suas intervenções os chavões da propaganda da politica nacional, os quais, ao sabor das conjunturas, são insusceptiveis de qualquer inovação que estimule a participação da sociedade civil.
6-Aproveite, em beneficio do conselho e da politica autárquica, tudo o que concluiu das más práticas da alta politica que, por razões profissionais, frequentou.
7-Não se deixe tentar fácilmente pela politica da "caça às bruxas", por estar na moda, porque esta politica está conotada históricamente com más memórias e actualmente não passa de um "branqueamento" de trinta anos de irresponsabilidade na gestão da coisa pública em beneficio essencial dos eleitos e do seu sistema de reeleição, com os resultados economica e orçamentalmente desastrosos que estão à vista, perante os quais, como sempre na hstória, as soluções disponiveis passam, incontornávelmente, por "esmifrar" o "mexilhão"-qual servo da gleba face às necessidades do esforço de guerra do senhor feudal, em demanda das recompensas reais traduzidas no alargamento dos seus dominios feudais-.
8-Escute, produza e divulgue ideias e bata-se por elas, com as populações, para cuja administração se candidata.
9-Respeite a origem das receitas autárquicas e beneficie-a proporcionalmente na distribuição do investimento público, ao invés do que habitualmente sucede na relação de Silves com Armação de Pêra, por via da reduzida expressão eleitoral desta Vila.
10-Proponha-se a generosamente fazer o seu melhor e será recompensado pelo reconhecimento e pela obra.
Assina:
http//armacaodepera.blogspot.com


De Admirador a 24 de Dezembro de 2006 às 14:03
Ainda não vi o seu blogue, mas já sou seu admirador! Mas só com uma condição: que o que vale para Armação de Pera, valha igualmente para as outras freguesias, embora compreenda o seu bairrismo! Agora, vou ao blogue!


De ANTONIO CARNEIRO JACINTO a 27 de Dezembro de 2006 às 18:26
Acho uma óptima ideia. Está mesmo nas minhas intenções criar uma espécie de tribuna livre dedicada, exclusivamente às freguesias. Havemos de encontrar uma forma de, durante o próximo ano, passar esta ideia à prática. Obrigado pela sugestão e um óptimo 2007.


De Admirador recente a 24 de Dezembro de 2006 às 14:24
Parabéns, bloguista, seja lá quem for! O bairrismo fica-lhe bem! E se cada freguesia fizesse o mesmo? Fica a sugestão!


De O da sugestão a 27 de Dezembro de 2006 às 20:59
Sr. Carneiro Jacinto, eu sei que o blogue é seu e o Sr. fará com ele o que bem entender. Mas já reparei que, para dar a sua resposta com sequência, salta, por vezes, algumas horas, o que faz com que outras respostas fiquem "deslocadas". O Sr., neste espaço, até "saltou" 3 dias, deixando duas idéias, consequentes, um pouco desconexas... Desculpe a intromissão, mas se quer aceitar algumas sugestões, porque não também esta?


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